sexta-feira, 16 de abril de 2010

A SAIDA DE SAMARONE DA SMTT

Após o anúncio do senhor prefeito Edvaldo Nogueira, da mini-reforma pífia no seu secretariado, fiquei a pensar por que será que ele teria tanta pressa em tirar o seu "coringa" Antônio Samarone da SMTT? E fiquei a me perguntar!!! .

Todos nós somos sabedores que a saúde no município de Aracaju está um verdadeiro caos, isso ninguém há de negar. Há bem pouco tempo ouvia no programa do radialista Gilmar Carvalho a informação de que os médicos estariam revoltados, pois com a saída de Rogério Carvalho, então secretario de Estado da Saúde, os mesmos gostariam da indicação do "estudioso" de trânsito, o Dr. Samarone.

O que isso tudo tem a ver? O que na verdade sabemos nos bastidores é que o senhor Samarone era quem desejava a saída da SMTT. Há muito tempo o mesmo implorava para deixar a sua pasta, pois já não aguentava mais ouvir todas as manhã nos programas de rádio toda a sociedade a criticá-lo. Mas na verdade nada vai mudar com a sua saída, pois o comandante disso tudo e responsável por essa verdadeira baderna e caos é o Sr. Edvaldo Nogueira, além de Samarone, é claro, que contribuiu muito .

Mas agora tenho uma certa dúvida no ar. Será que Edvaldo Nogueira, sabedor que é do destempero do Sr. Samarone, e logo sabendo que o mesmo iria à Câmara de Aracaju explicar onde estaria o dinheiro das multas e qual o valor gerado por elas, o Sr. Edvaldo Nogueira cuidou logo de tirar o seu coringa, deixando o assunto por encerrado na Câmara de Vereadores sobre esse tema. Será que nossos vereadores vão esquecer-se desse assunto tão importante? Vamos aguardar pra ver!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

DÉBITO COM ÁGUA ,LUZ E TELEFONE NÃO VAI MAIS DEIXAR "NOME SUJO"



Empresas fornecedoras de serviços públicos, como água, energia elétrica e telefonia não poderão incluir consumidores inadimplentes em cadastros de proteção ao crédito, segundo projeto aprovado hoje pelo Senado.

Pelo texto, a interrupção do serviço somente poderá acontecer mediante notificação prévia de no mínimo 30 dias, com o envio de comunicado discriminando o valor da dívida, dos juros, das taxas e dos encargos.

O projeto também determina que, em caso de hospitais, escolas e usuários de baixa renda, a interrupção ou restrição dos serviços deverá obedecer prazos e critérios que preservem condições mínimas de manutenção das atividades desses estabelecimentos e da saúde das pessoas atingidas.

A proposta segue agora para a Câmara. Se for aprovada sem mudanças pelos deputados, segue para sanção presidencial.

NOELI MENEZES
da Sucursal de Brasília